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Desenhista e poeta, André Dahmer chamou atenção ao botar pela rede a tirinha “Malvados”. Deste modo, o carioca ficou um dos primeiros a usar a internet pra anunciar seu serviço. Além do quadrinho Poderá Não Ter Sido Tua Pretenção o alçou à fama, ele é autor de “Quadrinhos dos Anos 10”, “Apóstolos, a Série” e “Vida e Obra de Terêncio Horto” — que chega às livrarias pela próxima semana em modelo de uma coletânea. Pela história, o escritor eternamente frustrado, Terêncio, passa os dias redigindo um pessimismo assombroso. No momento em que você começou a desenhar?


Eu comecei a desenhar no momento em que garota, como a maioria das pessoas. Ao longo da existência a gente vai abandonando este ofício, todavia eu continuei. Quando cheguei na adolescência tive um hiato, pelo motivo de fui me dispensar a novas coisas. Me montei em design, trabalhei no velho jornal Lance! — um detalhe cruel: odeio futebol, nem ao menos time tenho.



  • 5 - Bling e o marketing de mal gosto

  • Ana lucia germano citou: 26/07/12 ás 14:13

  • Eonica Braçal alegou: 30/07/doze ás 00:Quarenta e oito

  • Usuários de dispositivos móveis estão pela fase de pesquisa

  • Fazer curadoria de conteúdos que sejam pertinentes

  • A afeta social da marca




Só retomei o desenho aos 27 anos com os quadrinhos. Logo depois, fui descrevendo pela rede, sem nenhuma presunção. Você foi um dos primeiros quadrinistas a se apropriar das mídias sociais. Dicas Significativas Para Utilizar As Mídias sociais De modo Profissional razão de encontrei que o modelo era agradável para mídia. As pessoas olham as coisas muito rápido no lugar online. Hoje o Facebook reúne todas infos, desse jeito, 'Galã à Moda Antiga', Rapper Projota Une Romance E Ferocidade Em Disco do tema é instantâneo.


Como teu quadrinhos tomaram conta dos jornais? O primeiro passo foi quando a editora Genesis me chamou para publicar um livro. Esse movimento foi muito respeitável pela minha existência, já que consegui requisitar demissão do jornal e jurei que nunca mais trabalharia naquelas condições. Quando o Jornal do Brasil começou a chamar quadrinistas brasileiros pra produzir, eu entrei na leva de convidados — até desta forma só a Folha de S. Paulo fazia isso, os outros jornais compravam quadrinhos americanos a preços baixíssimos. Dali em diante, trabalhei no JB até o teu fim. Como é a tua rotina?


Ainda corrida, a procura é extenso, entretanto não fico mais chateado no momento em que acabo de trabalhar, nem exausto. Sou amador no que faço, no melhor significado da palavra, e não sou um cara que quer várias coisas, desta forma, onde estou está fantástico. Normalmente, os quadrinistas têm uma prancheta elaborada, um super estúdio, eu não. Serviço com nanquim, papel e uma mesa de jantar. Qualquer um opta de uma maneira o seu mecanismo e o meu é muito precário, pelo motivo de percebi que portanto tenho uma liberdade sem similar. Em casa, não tenho nem sequer borracha. No momento em que desenho faço o mesmo 3 vezes e imagino que em alguma delas sairá decente.


Qual das histórias começou a fornecer primeiro? Os “Malvaldos”, fiquei 2 ou 3 anos trabalhando só com eles, entretanto senti falta de desenhar mais. Aí, veio o “Quadrinhos dos Anos 10” (em que narra a existência de Emir Saad, ditador do fictício de Ziniguistão), que foi super mal recebido pelo público.


Depois, “Apóstolos, a Série”, uma versão diferenciado da existência de Jesus. O “Vida e Obra de Terêncio Horto”, comecei a fazer em fevereiro do ano anterior e de imediato tenho mais de 600 tiras. Também escrevo poemas, entretanto as pessoas só me reconhecem pelos “Malvados”. Isso me fornece uma irritação danada, entretanto não irei lutar contra isso porque é besteira, só não acho que corresponda a verdade.


De onde vem inspiração pra tantas tirinhas? Eu falo sempre que a inspiração vem da desejo de pagar o colégio da minha filha. A ideia do fazer artístico é muito romantizada, quando na verdade não é nada disso. Eu tenho que acordar, sentar a bunda e desenhar.Toda gente tinha que ter um cotidiano artístico, que faz um bem danado. Não preciso tomar remédio pra dormir. Você se considera um pessimista? As pessoas me confundem com pessimista, quando na verdade sou um otimista, só que não fico quieto.


Sou um cara cheio de esperança. Meu serviço não é uma crítica de costume e também não é um protesto. A verdade é que não consigo espiar meu trabalho de fora, prefiro que os outros façam isto por mim. Com voz adocicado e letras confessionais, Tiê se projetou pela cena musical paulistana, em 2009, com o disco independente “Sweet Jardim”.


2 anos depois, com a chegada da primeira filha, a cantora apresentou “A Coruja e o Coração”, ainda recheado de letras autorais, mas com sonoridade mais pop. Depois de um hiato de três anos, que incluiu um momento de incerteza criativa, Tiê lança seu terceiro disco “Esmeraldas”. “Geralmente, no momento em que resolvo compor para um disco as coisas acontecem bem, todavia desta vez não foi deste jeito. A queda veio por conta de muito trabalho e dos vários afazeres pela existência pessoal. Consegui passar conversando com pessoas. O disco veio em seguida”, explica. Um dos conselheiros que a cantora procurou pra falar foi o músico escocês Cinco Melhores Estratégias De Marketing De Conteúdo .


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